Conheça o Coletivo Raiotagë, grupo de produções artísticas que pretende fortalecer o cenário feminista.

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O Coletivo Raiotagë se apresenta a partir das terras cariocas como um projeto livre de bandas e artistas diversos, as meninas pretendem por em cheque assuntos como a posição e participação da mulher e de pessoas trans* nos espaços artísticos culturais.

A proposta do coletivo é abrir espaço para musicistas, artistas, escritores e toda gama de pensadores que agregam o debate transfeminista na sociedade, realizando e promovendo eventos; como o festival Sufrágio Feminino, realizado no último mês, que teve a participação da cantora Ive Seixas e da banda  Noras de Newton, além de diversas oficinas.

O coletivo é integrado por artistas e bandas diversas como a Benária, TrashNoStar, Fetiche Bélico. A Biskatis, Banda Incandescência e o Projeto Belicosa também fazem parte desse movimento independente de mulheres que vem questionar moldes sociais como o patriarcado e o machismo.

Essas são as palavras que nos define!

“O Patriarcado esmagou os valores femininos, o prazer, a solidariedade, a não-competição, a união com a natureza. Por séculos fomos impedidxs de vivenciar experiências devido a fatores limitadores baseados em conceitos sexistas que foram criados para controlar nossos corpos, sexualidade e nos manter reclusxs ao domínio privado. Será penoso se desligar do Patriarcado, ele está cravado na sociedade, foi passado de geração após geração, e o processo de redefinir e resgatar os princípios básicos para se conviver em harmonia, e, sobretudo, conquistar o direito de viver uma vida plena em igualdade de direitos e oportunidades será duro, mas não é impossível. Porque muitxs já iniciaram a luta e tomaram as rédeas sobre suas próprias vidas, enfrentando esse sistema injusto e cruel banhado em machismo, preconceito, e desejo de poder. O Coletivo Raiotagë surgiu nesse contexto, para desestabilizar a norma heterossexual, colocando em cheque privilégios através da compreensão de que desejos, capacidades técnicas, orientações e práticas sexuais passam pela construção social. Para mobilizar, movimentar a cena artística feminina, transfeminina com um olhar assexuado sobre as relações de gênero desconstruindo conceitos.

Queremos agregar conhecimentos, estimular a produção artística livre, potencializar capacidades latentes, de forma cooperativa e autogestiva. Provando que, apesar de tudo o que foi determinado através da separação brutal entre as capacidades de acordo com o gênero, somos capazes porque queremos que assim seja”.

Zamus, Educação e Tecnologia para o Novo Mercado da Música.

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