Inovar e renovar são assuntos constantes em qualquer roda de discussão que o tema for o mercado da música. Soluções para acompanhar os avanços da tecnologia são buscadas praticamente diariamente e ainda assim estamos sempre com a sensação de não sabermos o que há por vir. O novo por mais assustador que seja, é necessário, e mais que isso, inevitável.

O mercado de música clássica, embora faça parte do mesmo mundo ainda resiste aos novos caminhos. No entanto, o mais curioso é que não é apenas parte dos músicos e profissionais da área que demonstram alguma resistência, o público que frequenta as salas de concerto também se intimida ao ver um segmento tão tradicional conectado com um mundo novo. Uma espécie de ciúme misturada com um certo distanciamento e até por vezes arrogância ainda sustentam um abismo entre a música clássica e  o mundo que vivemos, e isso pode acabar matando o gênero.

Vamos liberar as fotos nas salas e teatros, claro que sem atrapalhar o espetáculo, as cervejas, os encontros com artistas populares, vamos para as ruas, vamos para os telefones celulares, para as plataformas de streaming e onde mais pudermos.

Precisamos conversar sobre inovação na música clássica, e mais que isso, precisamos vencer essa barreira e abrir caminho para o mundo atual, onde não há mais distinção por gênero. Projetos como o “Clássico é Pop” da Orquestra Petrobras Sinfônica, que misturam o clássico com o popular só nos mostram que  música é música e pronto, independente do estilo. No final o que importa é emocionar quem está ouvindo e é isso que temos que buscar, seja com Bach ou com Pitty.

Li em um artigo de um grande executivo a expressão “Darwinismo digital” e acho que ela se aplica perfeitamente para o caso. Não se pode ficar para trás, temos que pensar diferente, ir além, explorar novos mundos. O universo de possibilidades dentro da música clássica é enorme, provavelmente um dos mais ricos e podemos sim usar tais alternativas para atrair cada vez mais público para um gênero que está adoecendo. Vamos liberar as fotos nas salas e teatros, claro que sem atrapalhar o espetáculo, as cervejas, os encontros com artistas populares, vamos para as ruas, vamos para os telefones celulares, para as plataformas de streaming e onde mais pudermos. O que mais se tem perdido atualmente a música clássica já tem, a qualidade, então deixemos o conservadorismo de lado e vamos entrar de vez no século XXI.

O mais complicado a música clássica já tem, a excelência musical, então deixemos o conservadorismo de lado e vamos entrar de vez no século XXI.

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Zamus, Educação e Tecnologia para o Novo Mercado da Música.

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