Alex Lauria, da banda Hey Ho Charlotte, apresenta sua banda que vem do Recife mas que trás influências, instrumentos e filosofia do mundo todo! 


1) E o nome ‘Hey Ho Charlotte’ tem alguma explicação?
María Degaine, nossa vocalista, Na verdade se chama Marie Charllote. Ela é francesa e nos conhecemos aqui em Recife e começamos a compor. Depois de um tempo ela precisou voltar à França, mas o desejo de voltar ficou. “Hey Ho Charlotte” é um chamado nosso para Marie (María) voltar. E ela voltou.

2) Mas ela chegou a gravar no Sr. Murcielago EP de vocês?
Ela compôs algumas músicas e voltou quando os arranjos já estavam prontos só com a minha voz. Ela não gravou nenhuma música que ela canta só, mas faz backing vocals em algumas do EP.

3) Vocês possuem uma sonoridade bacana, como vocês a definem?
Uma mistura de folk, bluegrass e gipsy, basicamente. Somos ligados em música brasileira também e costumamos fazer umas releituras de uns clássicos da mpb com uma roupagem nossa.

4) Dentro dessa mistura, quem são as maiores influências?
Devendra Banhart, Gogol Bordello e Manu Chao nos inspiram muito. Tanto no som quanto na filosofia. Mas a gente procura sempre estar pesquisando.

5) E qual seria essa filosofia da qual vocês compartilham?
Justamente essa coisa de não ter uma estilo certo, uma nacionalidade certa… Música de todo lugar e de lugar nenhum. Algo andante. Cigano.

6) Tem mais bandas ai de Recife que ‘se parecem’ com vocês?
Sinceramente, não. rsrsrs Numa cidade que é respeitada pela diversidade musical encontramos um meio de nos expressar que, pelo menos aqui e por onde temos passado, tem se mostrado original. É por essas e outras que apostamos no nosso som. =]

7) Bom, pra finalizar, qual a aposta de vocês para esse ano de 2013? Digo, o que você acha que será uma tendência artística neste ano?
Boa pergunta… Ultimamente com tantos meios de divulgação e uma crítica fragmentada acho difícil apontar uma tendência de estilo. Tem público pra tudo. O que eu espero de verdade é que a música feita com verdade tenha cada vez mais espaço, mas isso depende muito de como se divulga e como se produz. Espero ter boas surpresas esse ano. Ouvir bandas que me façam acreditar que é possível fazer música boa e honesta. Independente do tipo.

Zamus, Educação e Tecnologia para o Novo Mercado da Música.

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