Atualmente existem centenas de plataformas de streaming para artistas, selos e profissionais da música em geral divulgarem seus trabalhos musicais no mundo todo. No entanto, nenhuma dessas plataformas, com exceção da Apple Music, possuem um sistema para que o próprio artista faça upload de sua discografia diretamente.

Então, como colocar suas músicas nas plataformas de streaming?

Para colocar as musicas nas plataformas se faz necessária a utilização dos chamados Agregadores Musicais. Estes fazem a função de intermediário entre o artista e as plataformas de streaming, organizando a distribuição e os relatórios de ganhos nestas plataformas.

As ofertas de Agregadores Musicais são inúmeras e cada um deve analisar os prós e os contras para tomar a decisão de qual utilizar. Em geral, as características que variam são:

  • Taxa por álbum ou single, geralmente anual;
  • Porcentagem dos ganhos;
  • Quantidade de Lojas para os quais o AM distribui;
  • Se trabalham com recebimento do YouTube Content ID, para manter os ganhos em um só lugar;
  • Quando ocorrem os pagamentos;
  • Como o agregador pagará a você (PayPal, cheque, depósito)
  • Se tem um mínimo para o pagamento. Por exemplo: “Quando atingir $100”;
  • Se o contrato é exclusivo ou não;

 

Como qualquer contrato, e músico, você precisa aprender a gostar de contratos, analise com atenção. Cada um deles tenta se diferenciar, mas no fim das contas, eles têm paticamente a mesma proposta de valor. É claro que sempre tem os que se destacam. A OneRPM, por exemplo, criou um estúdio no Brooklyn para produzir mais videos dos artistas que estão com eles, já que a maior receita deles é com video. A DistroKid permite que você envie quantos álbuns quiser de um artista por uma taxa anual.

A pesquisa deve ser feita, converse com outros artistas para saber o tratamento que eles recebem de seus agregadores musicais e compare também as questões citadas acima. Caso queira saber um pouco mais sobre alguns agregadores, veja um breve relato que nosso CEO, Guilherme Sampaio, fez após uma conversa com alguns deles no Rio Music Buzz da ABMI em 2013.

No mais, gostaria muito de saber a opinião de vocês sobre os agregadores musicais que utilizam ou utilizaram em suas carreiras.

Quais vocês indicam? Quais vocês não indica? Por quê?

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Zamus, Educação e Tecnologia para o Novo Mercado da Música.

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